Nos infantários, e guiando-nos pelos bons exemplos, as educadoras de infância são pessoas extremosas que cuidam bem das crianças. Porém existe o factor número que impede um cuidado mais atento por cada um dos bebés.
Nos primeiros meses das crianças estas precisam de aportes de atenção e afecto que nada têm a ver com salas de 10 bebés para duas educadoras, com outras salas ao lado de onde vem por vezes tanto barulho, onde facilmente se gera um stress indefinido, onde pelo menos sempre um está doente.
No contexto deste projecto duas crianças para dois braços que cada um de nós tem é a proporção adequada.
Pontualmente poderão existir três crianças sobretudo em fases de transição, quando uma delas está quase a ir para a escola e outra precisa de se adaptar à ama para que os pais possam ir trabalhar.
Para além da higiene e da alimentação, estas crianças são entendidas como um todo, um futuro adulto, uma já pessoa.
Recebem reiki, ouvem música clássica, música étnica, sons de água, de pássaros. São exercitados fisicamente de forma adequada a cada idade, promovendo-se o seu equilíbrio psicológico bem como físico.
Terapia com vapor sempre que necessário.
São tratados num ambiente sereno, com momentos de silêncio possível.
Embora a mãe não esteja presente, eles serão mantidos entre roupas com cheiro da mãe e do pai e, segundo a vontade da mãe, poder-se-á guardar leite materno congelado, aquecido de forma gradual (sem ser num microondas), para que a criança possa manter essa enorme ajuda à sua imunidade e desenvolvimento.
Possibilidade de enquadramento astrológico do bebé na família a que pertence, não porque se vá logo estigmatizar o bebé com alguma coisa mas apenas para que se possa ter uma consciência de natureza natal do ser humano que temos à nossa frente.
Por isso o bebé será desde logo tratado como uma pessoa completa.